É para aqui que eu vou!
| E não me vou esquecer de lá deixar uma moedinha para ter a certeza de poder voltar! Também ouvi dizer que mesmo em frente (ao lado?) existe uma gelataria.... hummmmmmm!!!! ![]() A Fontana di Trevi - Fonte das trevas, em português - é a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália e está localizada na rione Trevi em Roma. A fonte situava-se no cruzamento de três estradas (tre vie), marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No séc. 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 km da cidade. (Esta cena é representada em escultura na própria fonte, actualmente). A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma, directamente para os banheiros de Marcus Vipsanius Agrippa e serviu à cidade por mais de 400 anos. O antigo costume romano de erguer uma bela fonte ao final de um aqueduto que conduzia a água para a cidade foi reavivado no século XV, com a Renascença. Em 1453 o Papa Nicolau V determinou fosse consertado o aqueduto de Acqua Vergine, construindo ao seu final um simples receptáculo, para receber a água, num projecto feito pelo arquitecto humanista Leon Battista Alberti. Em 1629, o Papa Urbano VIII, achou que a velha fonte era insuficientemente dramática, encomendou a Bernini para fazer alguns desenhos, mas quando o Papa faleceu o projecto foi abandonado. A última contribuição de Bernini foi reposicionar a fonte para o outro lado da praça a fim de que esta ficasse defronte ao Palácio do Quirinal (assim o Papa poderia vê-la e admirá-la de sua janela). Ainda que o projecto de Bernini tenha sido abandonado existe, na fonte, muitos detalhes de sua ideia original. Muitas competições entre artistas e arquitectos tiveram lugar, durante o Renascimento e o período Barroco para se redesenhar os edifícios, as fontes, e até mesmo a Scalinata di Piazza di Spagna (as escadarias da Praça de Espanha). Em 1730, o Papa Clemente XII organizou uma nova competição onde Nicola Salvi perdera, mas efectivamente terminou por realizar seu projecto. Este começou em 1732 e foi concluído em 1762, logo depois da morte de Clemente, quando o Neptuno de Pietro Bracci foi afixado no nicho central da fonte. Salvi morrera alguns anos antes, em 1751, com seu trabalho ainda pela metade, que manteve oculto por um grande biombo. A fonte foi concluída por Giuseppe Pannini, que substituiu as alegorias insossas que eram planeadas, representando Agrippa e Trivia, as virgens romanas, pelas belas esculturas de Neptuno e seu séquito. |











