quarta-feira, outubro 31, 2007

É para aqui que eu vou!

E não me vou esquecer de lá deixar uma moedinha para ter a certeza de poder voltar!

Também ouvi dizer que mesmo em frente (ao lado?) existe uma gelataria.... hummmmmmm!!!!
O mfc, presenteou-me com esta e esta vista sobre Roma! (clicai e vede!) Obrigada!!!!


A Fontana di Trevi - Fonte das trevas, em português - é a maior (cerca de 26 metros de altura e 20 metros de largura) e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália e está localizada na rione Trevi em Roma.
A fonte situava-se no cruzamento de três estradas (tre vie), marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No séc. 19 a.C., supostamente ajudados por uma virgem, técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 km da cidade. (Esta cena é representada em escultura na própria fonte, actualmente). A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma, directamente para os banheiros de Marcus Vipsanius Agrippa e serviu à cidade por mais de 400 anos.
O antigo costume romano de erguer uma bela fonte ao final de um aqueduto que conduzia a água para a cidade foi reavivado no
século XV, com a Renascença. Em 1453 o Papa Nicolau V determinou fosse consertado o aqueduto de Acqua Vergine, construindo ao seu final um simples receptáculo, para receber a água, num projecto feito pelo arquitecto humanista Leon Battista Alberti.
Em 1629, o
Papa Urbano VIII, achou que a velha fonte era insuficientemente dramática, encomendou a Bernini para fazer alguns desenhos, mas quando o Papa faleceu o projecto foi abandonado. A última contribuição de Bernini foi reposicionar a fonte para o outro lado da praça a fim de que esta ficasse defronte ao Palácio do Quirinal (assim o Papa poderia vê-la e admirá-la de sua janela). Ainda que o projecto de Bernini tenha sido abandonado existe, na fonte, muitos detalhes de sua ideia original.

Muitas competições entre artistas e arquitectos tiveram lugar, durante o
Renascimento e o período Barroco para se redesenhar os edifícios, as fontes, e até mesmo a Scalinata di Piazza di Spagna (as escadarias da Praça de Espanha). Em 1730, o Papa Clemente XII organizou uma nova competição onde Nicola Salvi perdera, mas efectivamente terminou por realizar seu projecto. Este começou em 1732 e foi concluído em 1762, logo depois da morte de Clemente, quando o Neptuno de Pietro Bracci foi afixado no nicho central da fonte.
Salvi morrera alguns anos antes, em
1751, com seu trabalho ainda pela metade, que manteve oculto por um grande biombo. A fonte foi concluída por Giuseppe Pannini, que substituiu as alegorias insossas que eram planeadas, representando Agrippa e Trivia, as virgens romanas, pelas belas esculturas de Neptuno e seu séquito.

segunda-feira, outubro 29, 2007

Horário de Inverno

Há coisa no horário de Inverno que gosto.
Gosto e pronto!

... talvez porque há coisas no Inverno que me sabem tão bem!
Desde as castanhas assadas, ao ficar enroscada no sofá.

terça-feira, outubro 23, 2007

Como é que é?

Mais uma pesquisa do Google!
"Loiras Freud"????

Mas alguém acha que o Sr Dr Freud se debruçou sobre este assunto??? Será que imaginaram um artigo publicado do género "O caso da Loira histérica" ou "A forma como a cor do cabelo influencia a psicopatologia", ou ainda "A interpretação dos sonhos das loiras"?

Lá dos gostos pessoais do Sr não sei! Mas palavra de honra!
Resta-me a esperança que fosse de outro Freud que andassem à procura... quem sabe do Lucian Freud... talvez esse tenha pintado algumas loiras.... (se não sabem quem é cliquem e aprendam!) Ou de qualquer outro Freud que não o Sigmund!

Bem de uma cerveja "loira" acredito que gostasse!

Haja paciência!

quinta-feira, outubro 18, 2007

Insectos

A minha cachopa (já não usava este termo há algum tempo) adora insectos e tudo quanto é bicho de reduzidas dimensões - aranhas, formigas, bichos de conta, lagartas, baratas, lesmas. Fica curiosa, passa tempos a olhar para eles, leva-lhes comida (às vezes não muito adequada) e fica a observa-los. Nunca teve medo!
Sai à mãe!


Bem... tenho de confessar...
Quando era pequena (para aí até aos 28 anos) tinha medo dos gafanhotos - não era bem dos gafanhotos... assustava-me muito quando saltavam! Era a imprevisibilidade que me inquietava - acho eu.
Depois... acho que passei a ter menos medo de coisas impulsivas para passar a achar-lhes alguma piada! (não particularmente aos gafanhotos... mas ao impulsivo, imprevisível)

segunda-feira, outubro 15, 2007

René Magritte

Tenho um segredo!
:)

sexta-feira, outubro 12, 2007

Arroz de Tamboril

Ora sirvam-se!

terça-feira, outubro 09, 2007

As pesquisas do google.

"Banco de Jardim"

Encontraram-se os dois naquele banco de jardim.

"Olá!" - olharam timidamente um para o outro, ele sabia que ia encontrar as mãos dela suadas, nervosa com a antecipação do momento em que as mãos dele tocariam nas dela... e quem sabe os lábios de um nos lábios de outro.
A magia de um encontro, onde só há possibilidades, em que tudo está em aberto.
Tempos de esperança

E plagiando o Haddock - "clicai ou não"!

segunda-feira, outubro 08, 2007

Quatro para um violoncelo

Este é o instrumento que gostava de saber tocar!
Tem um som mágico...
Tivesse eu o mínimo de queda para a música... e com certeza era num violoncelo que tropeçava

sábado, outubro 06, 2007

ZZZZZZZZZZZZZZ

Sentou-se pesadamente no seu lado da cama! E sorriu!
Tinham passado dois dias intensos, em que se sentiu realizada e reconhecida. Onde amizades foram fortalecidas... e paixões reafirmadas! Que bom o sentimento de se poder fascinar vezes sem conta por aquilo que se faz!
Deitou-se para trás, "esta cama hoje é só para mim..." e rebolou para o outro lado...
Os sonhos... virão agora... e serão soltos... e misteriosos... tranquilos ou em sobressalto... talvez "legiveis"... sempre como prendas que o sono dá para me ajudar a pensar-me!
E amanhã, ninguém me vai acordar!

quarta-feira, outubro 03, 2007

A banhos!

Ora aqui está uma coisa que gosto de fazer...
Encher a banheira, pegar num livro, e ficar de molho meia hora!

segunda-feira, outubro 01, 2007

Por dentro

Queria que alguém espreitasse para dentro da minha alma e me dissesse o que vê.


Magritte - La Reproduction Interdit, 1937