quarta-feira, abril 23, 2008

Escolher algo é fazer o luto por tudo o que não se escolheu!



A escolha até que não foi muito dificil.

SERÁ PEDRO!

Dizem que:
"Pedro, sob a égide de Marte e Saturno, é uma personagem complexa, introvertida e apaixonada. Este grande ambicioso, que gosta de manter uma certa distancia dos outros, acha que pode realizar-se através da sua diferença, sem concessões, contra tudo e todos. É corajoso, obstinado, um bom estratega, dificil de apanhar em falta. É muitissimo exigente, tanto consigo como com os outros, critica sem indulgência e a sua obstinação raia por vezes a teimosia. Mas pedro tanto pode demonstrar uma energia incessantemente renovada como aplicar essa mesma energia para se auto-destruir. Quando os seus talentos estão de acordo com os gostos e possibilidades da época tem tudo para se tornar um ser invulgar. Pedro pode ser um aprendiz de feiticeiro, um explorador de verdades, um heroi carismático atormentado... mas traz sempre alguma luz a este mundo de sombras!"

Vamos ver como será ESTE Pedro!

Estes são os Pedros de que me lembrei.... (com os respectivos links porque não quero que vos falte nada!)
São Pedro;
D. Pedro I;
D. Pedro II ;
D Pedro III;
D Pedro IV;
D Pedro V;
Pedro ALvares Cabral;
Pedro Nunes;
Pedro o Grande
Pedro Abrunhosa;
Pedro Lamy;
Pedro Choy;
Pedro Almodóver;
Pedro e o Lobo

Lembram-se de mais algum?

domingo, abril 20, 2008

quinta-feira, abril 17, 2008

Júlio Pomar




Tenho o Julio Pomar à cabeceira!
Três exemplares da Colecção "jogos de Praia"

O que têm vocês à cabeceira?
(não que eu tenha alguma coisa a ver com isso...)

sexta-feira, abril 11, 2008

M*****

Pois é!
Assaltaram-me o carro!
M*****!!!!!!
Partiram o vidro para levar um casaco.
Casaco comprado na Serra da Estrela, naquelas lojas de peles lá para os lados do Sabugueiro, terras do Pastor - será que ele me manda outro pelo correio?
É que o casaco nem era novo...

Valeu-me o serviço prestável, simpático, e rápido da CARGLASS.
É que também tem de se dizer bem do que corre bem, não é?

quinta-feira, abril 03, 2008

Vestido carmim


Ele espreitou pela janela.
Todos os dias ali passava e todos os dias espreitava.
Não viu nada. Olhou melhor!
A casa permanecia deserta. Ou pelo menos parecia, assim, vista dali, por este olhar expectante, inseguro.
Passou à janela seguinte. O quarto.
Sobre a cama um vestido carmim, umas meias de seda... aos pés da cama uns sapatos de veludo, o mesmo do vestido. Na cómoda uma linha de pérolas para por ao pescoço.
E imaginou-a dançando, com o veludo carmim sobre a pele branca, as voltas da dança a mostrarem as meias de seda, e as contas brancas num contraste com os negros cabelos.
Mas o quarto - vazio.
Teria coragem? Com passos hesitantes dirigiu-se à janela seguinte, ficou encostado à parede, a respiração acelerou. Nunca tinha chegado àquela janela. Mais alta, pequenina, teria de arranjar algo a que subir. Olhou em volta, ali perto estava um toco de madeira que secava à espera da sua vez na lareira. Talvez servisse. Deixou-se ficar encostado ao muro.
E sem saber como estava empoleirado em equilíbrio instável sobre um velho toco e espreitava a casa de banho dela.
Tarde de mais. Acabava de sair!
Sentou-se no chão encostado à parede sua cúmplice. O rosto corado, não sabe se pela vergonha se pela frustração de ter chegado tarde, tarde de mais. Sabia-a no quarto, a vestir as meias de seda, o vestido carmim, a calçar os sapatos, a colocar a linha de pérolas.

Mas foi ali que ficou. Sentado no chão, encostado à parede.
Hoje não ousou a mais...
Decidiu esperar pela noite em que talvez os seus sonhos desvendassem o que os seus olhos não ousaram ver.