La vida del psicoterapeuta
Ahahahah
Bela paródia!
Se encararmos como uma metáfora bem disposta e hiper-extremada...
...é isto!
Nada rotineiro!
Apaixonante!
Do canto escuro, ao canto "cantado", passando pelos quatro cantinhos!
Ahahahah
Bela paródia!
Se encararmos como uma metáfora bem disposta e hiper-extremada...
...é isto!
Nada rotineiro!
Apaixonante!
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Boop
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7:26 da tarde
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Mas andam todos a matar-se uns aos outros?!?!
Quando é que aprendem a não divulgar este tipo de notícia?!?!
Não percebem que tornam fantasias possíveis e põe-se os loucos todos a agir?
Tem sido todos os dias!!!
(Se não divulgam suicidios, porque não aprendem a não noticiar este tipo de situações também!?)
Irra!
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Boop
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Marcadores: A pensar
Hoje é o teu aniversário.
Celebro-o há 30 anos. É daquelas datas que me estão debaixo da pele. Que não precisa estar apontada em lado nenhum. Celebro-o mesmo que não na tua presença. Porque és tão importante. Porque tens em ti a minha história. Porque em ti sereno. Porque... és tu!
Milan Kundera, escreveu no seu livro, "A Identidade", que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.
Obrigada!
A ti!
Que me emprestas tanta força!
E termino com as palavras sábias e seculares de Cícero: "Dos amores humanos, o menos egoista, o mais puro e desinteressado é o amor da amizade"
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Boop
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7:10 da tarde
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(Escrevo enquanto oiço o debate na assembleia da república...)
Ontem falei de poesia enquanto o mundo (a Europa do Sul, vá) se indignava com a escolha de palavras de Jeroen Dijsselbloem.
Aqui se discute muito mais do que a forma (que terá sido infeliz) a questão democrática dos filhos e enteados e dos parentes pobres da Europa. De fado e de siestas. De preconceitos. E de um milhar de coisas mais.
Hoje, dia em que alguém nos lembra do aniversário do atentado em Bruxelas, somos, a mesma Europa do Dijsselbloem, confrontados com o que se passou em Londres com múltiplas vítimas.
E fazemos por esquecer no nosso dia a dia, que estamos num mundo preverso, movido por poder e dinheiro, que releva para segundo plano o desespero das gentes.
Síria, Afeganistão, Congo, Sudão, Iraque, Egipto, Líbia, Israel, Nigeria, Iemen, ....
A religião usada como arma de arremesso e manipulação
Crianças que são desde sempre soldados, armados, e enviados na frente para detonar bombas.
O horror é da ordem do insuportável
Que uma onda de refugíados nos obriga a ver.
E desconheço tanto, tanto, tanto - tudo!
Não sei, eu, pelo que passam povos inteiros. Mas só o levantar do véu me enche de angústias.
E por isso...
Me protejo. Nem acho que seja cobardia - é o que é. Lído eu com os meus demónios, que comparados com os do mundo são nada. Mas que são meus!
E a poesia...
A poesia ajuda-me a acreditar que tenho direito a relativizar. E que o belo está nas pequenas coisas. E que tenho direito a elas.
Quando o real vem acompanhado de poesia... Tenho de me render a ela!
______________
*a poesia não está nos versos. Está no estético, na natureza, na pele, na emoção, no sentir, na realacao, no encontro.
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Boop
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Boop
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Boop
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"Toco tu boca, con un dedo todo el borde de tu boca, voy dibujándola como si saliera de mi mano, como si por primera vez tu boca se entreabriera, y me basta cerrar los ojos para deshacerlo todo y recomenzar."
- Julio Cortázar -
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Boop
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Boop
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