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Pensamento partilhado hoje com um amigo:
Do canto escuro, ao canto "cantado", passando pelos quatro cantinhos!
Pensamento partilhado hoje com um amigo:
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Boop
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7:17 da tarde
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O menino Boop está a fazer resumos pela primeira vez.
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Boop
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11:49 da manhã
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Sentada no murete de uma escola secundaria.
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Boop
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7:36 da tarde
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Só porque não percebo!
ISTO
Robert Mapplethorpe é conhecido pela sensibilidade no tratamento de temas controversos e no uso do preto e branco na fotografia. As suas primeiras fotografias foram tiradas no final dos anos 1960 e começo dos anos 1970, com uma câmera Polaroid, depois as máquinas foram melhorando, e as fotografias também!
Quando há tantas outras coisas sobre as quais se devia agir e... nada!
Censura-se uma exposição em Serralves!
A minha forma de me manifestar é só esta:
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Boop
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11:43 da manhã
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| Encontrada on-line |
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Boop
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12:30 da manhã
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O primeiro congresso do ano!
É (tornou-se) um prazer participar em eventos científicos.
Durante muito tempo achei que não teria nada de novo para trazer.
Participava como ouvinte, silenciosa e discreta, nos congressos, conferências, encontros que me pareciam mais interessantes.
Mas depois comecei a pensar, que talvez também eu pudesse emprestar algumas ideias a serem pensadas por todos.
E Gosto!
Este é o primeiro do ano lectivo.
Já gerou algumas conversas por aí por uma questão para mim insólita: o ter apenas homens na organização. Sobre o sexismo nas instituições de ensino superior e por aí a fora...
Sou talvez naif e vi apenas pessoas que trabalham bem juntas a mexerem-se para fazer algo acontecer. Seria para mim mais estranho se tivessem convidado uma mulher apenas pelo facto de ficar bem na fotografia.
Mas compreendo os argumentos... e sei que o estatuto não é ainda igual para homens e mulheres no mundo universitário (ou no mundo!)
Para mim é mais relevante o conteúdo - as interfaces da psicanálise com outras formas de intervenção. E é isso que me move!
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Boop
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3:13 da tarde
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Peguei num livro pela primeira vez depois de férias. Estou há umas 3 semanas sem ler. (Porque será? - pergunto intrigada comigo mesma)
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Boop
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6:05 da tarde
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Cantei-a tantas vezes aos meus filhos!
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Boop
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12:12 da manhã
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Tinham conversado sobre isto já há muito tempo.
Não sabiam na altura que essas palavras iriam ficar enquistadas num e noutro como uma verdade à espera de acontecer.
Começou leviana a conversa, numa esgrima de ideias que tanto apreciavam, sempre ditas com a verdade inacessível à família e aos amantes, entre eles não se abriam feridas nem teciam melindres.
Sempre souberam que de alguma forma enriqueciam a vida um do outro, e que o que os unia tinha sido urdido lentamente, com a solidez das montanhas, e que resistiria a qualquer intempérie.
Mas sobre isto nunca falaram, não fazia falta!
A vida de cada um corria livre, sem o outro. Com os amores, desamores, projectos, conquistas e desalentos de cada um, e nem sempre partilhados, quase nunca aliás.
Mas a conversa....
- ...não tenho medo de morrer sozinho - tinha dito ele às tantas - não quero é ficar por cá a arrastar-me e a apodrecer aos bocadinhos. A mijar a calças e a babar-me, sem saber quem sou. Mas também, nessa altura já nem vou saber o que quero.
- a mim não me agrada a ideia do corpo doente, do cheiro, da cor, da dependência. E não consigo conceber uma dor persistente e intolerável. Quero morrer de repente - respondeu ela.
- isso toda a gente quer! - riu-se ele
Falavam da morte como se não lhes tocasse. Uma coisa banal. Entidade estrangeira e distante.
- Está decidido - terá dito ela às tantas - não te deixo morrer sozinho!
E assim terá acabado a conversa.
Não se lembram quantos anos passaram.
Muitos.
Ela só soube da doença dele há pouco tempo. Não interessam os pormenores, que só dizem respeito a quem os vive.
Esteve lá. Naturalmente.
E olharam os dois de frente para um fim que afinal existia também para eles. Com a mesma verdade de sempre. Sem medo dos afectos nem das palavras.
Ontem ligou-lhe e disse-lhe:
- É amanhã que vou morrer. - o tom era pragmático e decidido. Não iria dissuadi-lo. Na verdade nem queria. Era afinal a única decisão que lhe poderia caber.
Chegou cedo.
Não trocaram muitas palavras.
Comeram juntos.
No final de refeição ele levantou-se, pegou nuns comprimidos, olhou-a com os olhos rasos de lágrimas e com um sorriso doce e cúmplice. E bebeu-os com o ultimo gole de vinho.
Sentaram-se os dois no sofá.
Não haveria choro, angustia, medo ou desespero.
Encostou a cabeça no colo dela, gesto nada comum entre os dois, a mão dela passeou pelos seus cabelos.
E assim ficaram, serenos.
Não te deixo morrer sozinho.
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Boop
às
9:42 da tarde
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No limite pode dizer-se que esta serie me desinstala.
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Boop
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7:45 da tarde
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Boop
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5:50 da tarde
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| Não, não é a minha cama! Encontrada por ai! |
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Boop
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2:20 da manhã
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A menina Boop e o Mr Boop foram ao concerto.
Eu e o menino Boop no sofá a ver filmes!
Serão perfeito para todos!
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Boop
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10:31 da tarde
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... bem me parecia que faltava um!!!!
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Boop
às
10:46 da manhã
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