Fausto - "Eu tenho um fraquinho por ti"
Esta música leva-me tão lá a trás!
:)
Do canto escuro, ao canto "cantado", passando pelos quatro cantinhos!
Esta música leva-me tão lá a trás!
:)
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Boop
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10:53 da manhã
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Aproxima-se mais um dia de eleições, desta feita para o Parlamento Europeu, e foi hoje tornado público o boletim de voto.
Só quero dizer que:
Votar é um direito conquistado e um principio da democracia. E que por isso me faz alguma (muita mesmo) confusão que não se vá às urnas!
Já fui e votei em branco (nunca nulo), para assim dizer que não me revia em nenhuma das opções possíveis.
Respeito quem não vá votar... que remédio... também é um dos princípios da democracia...
Mas que não concordo... não concordo!
Já agora fica a informação:
"O modo de votação é diferente este ano: foi abolido o número de eleitor e agora é por ordem alfabética. O local de voto pode não ser o mesmo, e a secção também não será a mesma. No próprio dia deve ser difícil consultar as listas à procura do nome. Para cada um saber onde votar basta enviar um SMS para 3838 com a mensagem RE (espaço) número do CC ou BI (espaço) data de nascimento ( ano, mês e dia, tudo junto. Ex 19710827). A resposta é imediata."
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A propósito das passadeiras LGBTI
Não me chocam nada.
Mas entendo que os sinais de trânsito devem ser o mais claros e formatados possível para que a sua leitura seja inequívoca.
Que sejam a preto e branco então
Li algures este texto de Paulo Côrte-Real (que não conheço de todo) mas que aborda questões que me pareceram legítimas s pertinentes:
[O que há no fim do arco-íris?
Quem não é alvo de discriminação - e de uma discriminação que está associada a crimes de ódio - não sabe o que é viver com medo.
O meu país ainda me criminalizava em 1982 (eu é que ainda não sabia). Só fiquei subitamente curado pela OMS - da doença que não sabia que tinha - no início dos anos 90.
O peso do insulto esteve lá, todos os dias - na rua, em qualquer escola, em colunas de jornal, na política - e ficou sempre na cabeça (que sabe que ele está nas outras cabeças).
E não, não podia planear casar nem planear ser pai, porque quando se é um insulto não se é exatamente uma pessoa.
E não, não podia dar a mão ou um beijo na rua sem pensar três vezes e sem ter consciência dos riscos e da vontade de os ignorar. Ensinaram-me a viver com medo.
O arco-íris sempre foi o refúgio: o símbolo que marcava os locais seguros, onde o medo podia parar e onde eu podia descobrir - e começar a aprender - o que era a liberdade. É que a liberdade demora a aprender.
Aprendi-a no mesmo arco-íris que é símbolo da diversidade que sempre foi negada em leis, em instituições, em práticas, em imagens, em séries de televisão, em cabeças que não veem nem sentem para além do preto e branco.
E foi no arco-íris que aprendi a resistência, a identidade e a comunidade.
É por isso que ainda hoje estou sempre à procura de arco-íris - e estamos sempre à procura de arco-íris.
Uma passadeira arco-íris é só uma passadeira colorida para quem não percebe isto. Para mim - e para quem como eu procura sempre os arco-íris -, é saber cada vez mais que a rua também me pertence e que o medo não me deve pertencer.
É que o que há no fim do arco-íris é a liberdade.]
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Boop
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