segunda-feira, maio 20, 2019

E assim aconteceu!

E aconteceu!
Aqui a Boop ofereceu os seus textos ao mundo sob a forma de livro!
o lançamento foi no passado sábado, rodeada de amigos e com uma apresentação tocante de um grande amigo  - o David Rodrigues.
Textos meus
Ilustrações do LigeiramenteCanhoto (têm o blog dele aqui ao lado na minha lista de blogs)

Um momento feliz!


Se por acaso quiserem adquiri-lo é só seguir um dos links:
(ou esperar pela feira do livro)
(ou convencerem-me a fazer uma nova apresentação do livro! ahahahah - foi tão bom! :D )

OBRIGADA A TODOS.
Vocês que foram os primeiros leitores das minhas histórias e que sempre me incentivaram a escrever! Sem vocês não existiria este livro!

Na Chiado Books  (provavelmente onde terão uma resposta mais rápida)
Na Fnac
Na Wook



sexta-feira, maio 17, 2019

Dia das cruzinhas

Aproxima-se mais um dia de eleições, desta feita para o Parlamento Europeu, e foi hoje tornado público o boletim de voto.

Só quero dizer que:
Votar é um direito conquistado e um principio da democracia. E que por isso me faz alguma (muita mesmo) confusão que não se vá às urnas!
Já fui e votei em branco (nunca nulo), para assim dizer que não me revia em nenhuma das opções possíveis.

Respeito quem não vá votar... que remédio... também é um dos princípios da democracia...
Mas que não concordo... não concordo!

Já agora fica a informação:

"O modo de votação é diferente este ano: foi abolido o número de eleitor e agora é por ordem alfabética. O local de voto pode não ser o mesmo, e a secção também não será a mesma. No próprio dia deve ser difícil consultar as listas à procura do nome. Para cada um saber onde votar basta enviar um SMS para 3838 com a mensagem RE (espaço) número do CC ou BI (espaço) data de nascimento ( ano, mês e dia, tudo junto. Ex 19710827). A resposta é imediata."



quinta-feira, maio 16, 2019

Tesouro no fim do arco-íris

A propósito das passadeiras LGBTI

Não me chocam nada.
Mas entendo que os sinais de trânsito devem ser o mais claros e formatados possível para que a sua leitura seja inequívoca.
Que sejam a preto e branco então

Li algures este texto de Paulo Côrte-Real (que não conheço de todo) mas que aborda questões que me pareceram legítimas s pertinentes:


[O que há no fim do arco-íris?

Quem não é alvo de discriminação - e de uma discriminação que está associada a crimes de ódio - não sabe o que é viver com medo. 

O meu país ainda me criminalizava em 1982 (eu é que ainda não sabia). Só fiquei subitamente curado pela OMS - da doença que não sabia que tinha - no início dos anos 90. 
O peso do insulto esteve lá, todos os dias - na rua, em qualquer escola, em colunas de jornal, na política - e ficou sempre na cabeça (que sabe que ele está nas outras cabeças). 
E não, não podia planear casar nem planear ser pai, porque quando se é um insulto não se é exatamente uma pessoa. 
E não, não podia dar a mão ou um beijo na rua sem pensar três vezes e sem ter consciência dos riscos e da vontade de os ignorar. Ensinaram-me a viver com medo.

O arco-íris sempre foi o refúgio: o símbolo que marcava os locais seguros, onde o medo podia parar e onde eu podia descobrir - e começar a aprender - o que era a liberdade. É que a liberdade demora a aprender. 

Aprendi-a no mesmo arco-íris que é símbolo da diversidade que sempre foi negada em leis, em instituições, em práticas, em imagens, em séries de televisão, em cabeças que não veem nem sentem para além do preto e branco. 

E foi no arco-íris que aprendi a resistência, a identidade e a comunidade. 
É por isso que ainda hoje estou sempre à procura de arco-íris - e estamos sempre à procura de arco-íris.

Uma passadeira arco-íris é só uma passadeira colorida para quem não percebe isto. Para mim - e para quem como eu procura sempre os arco-íris -, é saber cada vez mais que a rua também me pertence e que o medo não me deve pertencer. 

É que o que há no fim do arco-íris é a liberdade.]

terça-feira, maio 14, 2019

Pura Vida!

A ausência prolongada tem uma explicação!
Estive num Congresso Ibero-americano de Psicodrama na Costa Rica.
O congresso foi rico e divertido, com um ambiente muito bom que até agora só encontrei nos congressos de psicodrama.
Novidades, novidades, não há muitas, mas sempre se vem com umas ideias renovadas emprestadas pela fantástica multiculturalidade sul/centro americana. E apresentar a nossa forma de estar e trabalhar a colegas de culturas e proveniências tão variadas é sem dúvida uma mais valia para mim!
(De qualquer forma fica cada vez mais claro para mim que tenho mais afinidades com europeus do que com latino-americanos!)

Ups!
As fotos não são do congresso...


Fomos (9 pessoas) uma semana antes para uma road-trip pela Costa Rica.
Há muito tempo que não fazia férias sem a família.
Bem mais de 1000 Km feitos de carro.
E uns tantos Km nos pés caminhando com guias nas florestas LINDAS deste pequeno país. Fauna e Flora maravilhosas!
Só tivemos tempo para explorar parte da Costa do Pacífico (o que valeu o meu primeiro mergulho neste Oceano). Ficará a Costa Atlântica para uma próxima vez....

Pura vida! É o lema deste país. Serve de cumprimento em qualquer ocasião.
E se suportarem bem os 96%  de humidade... Recomendo!

terça-feira, abril 30, 2019

É mesmo assim


Não tenho tempo para escrever sobre isto!
Mas é mesmo assim!
Alma nua!

segunda-feira, abril 29, 2019

Resistências

A mudança é sempre vista com desconfiança.
O conhecido torna-se seguro mesmo que se revele dificil ou penoso.
Mudar doi, implica esforço, desconforto, e olhar o assutador desconhecido de frente.
Mas... não temos outra hipótese !


quinta-feira, abril 25, 2019

terça-feira, abril 23, 2019

Dia mundial do livro

“...a filosofia parece ocupar-se só da verdade, mas talvez diga só fantasias, e a literatura parece ocupar-se só de fantasias, mas talvez diga a verdade.”

Antonio Tabucchi - Afirma Pereira


segunda-feira, abril 22, 2019

Este não conto!

Já vos devo ter dito que gosto de sonhos.
Qualquer PSI que se prese gosta de sonhos e de os pensar. São uma porta por excelência para aquilo que não pode ser falado, por ainda não ter encontrado uma forma de expressão.
E gosto particularmente dos MEUS sonhos!
(ainda me lembro de alguns sonhos do período da minha análise pessoal que me ajudaram imenso a pensar, e já a terminei há uns 15 anos)

Regra geral, e quando me lembro deles, acabo por partilha-los com quem, sem ter responsabilidade nenhuma nisso, entrou no meu sonho.
Talvez algum dos meus leitores já tenha ouvido falar de um sonho meu (porque nunca sabemos ao certo quem nos visita, e às vezes fico surpreendida quando sei que alguém das minhas relações realmente lê o meu Blog!!)

Ora o sonho desta noite não me atrevo a partilhar!
Porque foi de um egoísmo tremendo!
Para satisfazer o "meu desejo" (que os sonhos também são realizações de desejos) alguém teve de passar por um mau bocado.
Maldito inconsciente que me põe os desejos assim a nu, sem pedir licença!
É que protegidos pelo Super Ego, que nos dá algum juízo e nos permite por no lugar do outro, nunca damos lugar assim aos impulsos do ID.

Mas sigamos sonhando!
E falo dos sonhos que sonhamos a dormir.
Que nos organizam a mente, enquadrando e arrumando no pré-consciente os inputs do inconsciente que aproveitam a baixa das defesas para se escapulirem, e assim nos protegem o sono!




domingo, abril 21, 2019

Marão

Que histórias habitarão o Marão em tempos de festas e do regresso à terra?
Assim visto de longe ergue-se inóspito, negro, gelado.
Parece-me ver no topo um manto prateado, haverá algum resto de gelo e neve?
Mas imagino-o recheado de histórias, de mitos, de lendas, de histórias reais e das outras - inventadas.
E que essas histórias hoje estarão mais vivas por serem contadas e recontadas pelos desertores que fazem um interregno nas suas vidas e voltam às origens.
Que há lágrimas nos olhos de pais e avós.
Que alguns amigos se revêem.
Que irmãos se reencontram.
E que talvez alguma paixão se acenda, impetuosa e urgente (como devem ser as grandes paixões), nalguma curva do caminho.
Mais do que isto não sei, que só vejo a serra de longe...

E “Para lá do Marão mandam os que lá estão!”

Foto da Boop

sábado, abril 20, 2019

Juntos para sempre?

Às vezes a natureza dá-nos exemplos que tendemos a idealizar.
“Que bonito” tendemos a pensar das espécies que acasalam para a vida.
Achamos a ideia romântica (acho que os bichos se estão a lixar para o romantismo). Terá o benefício de proteger as crias...
Também tendemos a ver como “libertador” a ideia do livre fornicanso (ok, acho que esta palavra não existe), de a actividade sexual ser pura resposta fisiológica. O “Ide e multiplicai-vos” (usando uma linguagem adequada à época actual de festejos religiosos) livre de compromissos morais.

De que serão feitas as relações que duram?

A propósito desta notícia: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/1238470/o-divorcio-que-chocou-os-biologos-tartarugas-zangaram-se-apos-115-anos?utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer&utm_content=geral



sexta-feira, abril 19, 2019

Em fim de semana Pascal...

Ajudam-me com uma legenda?


segunda-feira, abril 15, 2019

Ortografia

Confesso que a ortografia nunca foi o meu forte.
E que fico na dúvida muitas vezes.
Opto por um “quero lá saber, segue como me soa melhor”
Mas também, quem não fica baralhado?!?


sexta-feira, abril 12, 2019

7/30 Os Interessantes

O livro de Meg Wolitzer que foi eleito melhor livro do ano pelo New York Times, The Washington Post e o The Telegraph em 2013. (A que a imprensa portuguesa fez eco)
Eu... tenho de deixar de confiar na crítica dos Norte Americanos. Deve ser uma questão cultural? Uma diferença estética? Um ritmo de vida diferente?
O livro lê-se, claro. E as 587 páginas até nem custam a passar. Mas é um livro superficial, as personagens com pouca profundidade, a história sem surpresas por aí além.
Um livro para as massas.
Para passar o tempo.
Fez-me lembrar aqueles programas que em tempos proliferavam sobre remodelações de casas e de como achava tão, mas tão mau o gosto dos Norte-americanos. Mil vezes o nosso “querido mudei a casa”!

Enfim. Se quiserem um livro leve... este é um deles!


terça-feira, abril 09, 2019