terça-feira, outubro 16, 2018

O fogo será a tua casa



Se bem me lembro tinha ficado de dar feed back sobre este livro.

Um escritor que ruma ao médio-oriente para mergulhar num mundo diferente do seu e poder, a partir daí, contar uma história. 
Esse personagem acaba prisioneiro de uma facção, tem como companheiros de cativeiro outros homens e mulheres, muito diferentes entre si e todos com a noção do seu futuro incerto.
Decidem, na tentativa de manter alguma sanidade, todos os dias contar uma história.

A ideia é muito interessante! Com tantas potencialidades!!!!
O resultado... Mediano...


sábado, outubro 13, 2018

quinta-feira, outubro 11, 2018

Cool !!!

Há um psicanalista na plateia! O trauma no cinema
Ciclo de cinema comentado
17 Outubro a 12 de Dezembro
Cinema Medeia Monumental

Organização: Instituto de História da Arte da FCSH-NOVA, Sociedade Portuguesa de Psicanálise, Medeia Filmes e Leopardo Filmes
Curadoria: Bruno Marques, Cláudia Madeira, Conceição Tavares de Almeida, Giulia Lamoni, João Mendes Ferreira




quarta-feira, outubro 10, 2018

O que é saúde mental afinal....?

Loucos e Santos


“Escolho os meus amigos, não pela cor da pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila dos olhos.
Tem que ter um brilho questionador e uma tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espíritos, nem os maus de hábitos.
Fico com os que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero respostas, quero o meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e aguentem o que há de pior em mim.
Para isto, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho os meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só ombros e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim, metade maluquice, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, que e lutem para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças para que não esqueçam o valor do vento no nosso rosto; e velhos para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem sou.
Pois vendo os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos nunca me esquecerei de que a ‘normalidade’ é uma ilusão imbecil e estéril…”


Oscar Wilde




segunda-feira, outubro 01, 2018

She

She (Tous les visages de l'amour)
Charles Aznavour
She may be the face I can't forget
A trace of pleasure or regret
May be my treasure or the price I have to pay
She may be the song that Salome sings
May be the chill that autumn brings
May be a hundred different things
Within the measure of a day
She may be the beauty or the beast
May be the famine or the feast
May turn each day into a heaven or a hell
She may be the mirror of my dream
A smile reflected in a stream
She may not be what she may seem
Inside her shell
She who always seems so happy in a crowd
Whose eyes can be so private and so proud
No one's allowed to see them when they cry
She may be the love that cannot hope to last
May come to me from shadows of the past
That I remember till the day I die
She may be the reason I survive
The why and wherefore I'm alive
The one I'll care for through the rough and ready years
Me, I'll take her laughter and her tears
And make them all my souvenirs
For where she goes I've got to be
The meaning of my life is she, she
Mmm, she



domingo, setembro 30, 2018

Glamour

Pensamento partilhado hoje com um amigo:


"Acabou o ferro, e vou para os tachos. Há uma parte da vida tão pouco glamourosa"


Mas estou a fazer um belo polvo à lagareiro que me vai restituir a fé num mundo onde não há só tarefas domésticas!!!!

Estudo

O menino Boop  está a fazer resumos pela primeira vez.

Investindo a cada mudança de cor e sublinhado
Suspirando a cada página do livro voltada por "tanto" que vem pela frente.
Às tantas lá vem o: "a menina Boop é muito melhor aluna do que eu!"

Na verdade não sei se é. Talvez seja. Sei lá!
Numas coisas será, noutras não!

Eu nunca fui a melhor aluna.
Lá em casa esse era o lugar da minha irmã, e na verdade não me lembro de isso ser um problema para mim. Antes pelo contrário. Ela que mantivesse o título, e o esforço para tal, e eu andava na minha vidinha. Estudando q.b. e tendo as notas necessárias para atingir os meus objectivos.
Ela com mais sucesso escolar (e com os rapazes tb 😉)
Eu sempre na rua, a brincar (pequenina) e depois a envolver-me em tudo o que aparecia no meu pequeno mundo - desde apanhar batatas, a ter aulas de música, passando por embrinhar-me nas estruturas formais da comunidade.
(Era ou não era assim mana?)

O menino Boop está a enfrentar os desafios da mudança de ciclo e de escola.
Procurando o seu lugar!

Vai-te a eles puto!




sexta-feira, setembro 28, 2018

Secundaria

Sentada no murete de uma escola secundaria.

Mr Boop na reunião de pais, eu cheguei muito tarde, não entrei, mas vou convidá-lo para beber um copo antes do jantar (já que vamos jantar um para cada lado)

Mas:
A escola secundária !

Não foi particularmente feliz a minha passagem pelo secundário (nem triste na verdade) a minha vida na altura não se centrava na escola. Os amigos eram os do bairro, a escola uma obrigação que se cumpria sem grande dificuldade.

Agora dei por mim a lembrar-me de pormenores: as sandes de mortadela em carcaça no bar, o ir ver as notas, o sair para ir ao café comprar um bolo, ou à papelaria da esquina comprar uma pastilha bangbang. 
De repente vieram-me à memória alguns colegas que nunca mais vi. A Flávia, o Berrnardo, a Patricia, a Vanessa que engravidou no 11º ano... Tão curioso como os lugares evocam memórias.

E não. Esta não é a minha escola. 
Mas há algo de semelhante em todas as escolas secundárias, ou não?




PS - parece que vou beber o copo sozinha que o jantar Dele começava às 19:30...
Que sorte a minha....





quinta-feira, setembro 27, 2018

terça-feira, setembro 25, 2018

Copo meio cheio

Das vantagens de sair cedo de casa









segunda-feira, setembro 24, 2018

domingo, setembro 23, 2018

Mapplethorpe

Só porque não percebo!
ISTO

Robert Mapplethorpe é conhecido pela sensibilidade no tratamento de temas controversos e no uso do preto e branco na fotografia. As suas primeiras fotografias foram tiradas no final dos anos 1960 e começo dos anos 1970, com uma câmera Polaroid, depois as máquinas foram melhorando, e as fotografias também! 

Quando há tantas outras coisas sobre as quais se devia agir e... nada!
Censura-se uma exposição em Serralves!

A minha forma de me manifestar é só esta: