domingo, agosto 13, 2006

A minha vez!


E chegou a minha vez de ir de férias!

Até ao meu regrsso!

quinta-feira, agosto 10, 2006

Estar só

"Viver diverte-me muito. Nunca me aborreço quando estou sozinho."
António Lobo Antunes

Copiei daqui:
http://www.euestouvivo.blogspot.com/

É disto que se fala quando se fala na capacidade de estar só, não é? Mas nem sempre se comsegue viver tão bem a oportunidade de estar só. Há quem nunca o consiga e cobre sempre aos outros a companhia que não consegue fazer a si próprio. Eu, quase sempre, consigo apreciar os momentos que estou comigo mesma!


Dependências?

Estamos sem internet em casa.
Faz-me alguma falta ir espreitar o mail, visitar os blogs do costume, navegar um bocadinho sem destino, ver as notícias...

(neste momento estou a parasitar um computador alheio...)

sexta-feira, agosto 04, 2006

Limpezas

Ontem estive o dia inteiro em Limpezas!
Não, não foram limpezas de Verão (não faço essas coisas...)
Peguei em mim e fui para a casa nova! Limpar de uma ponta à outra!
Hoje estou cansadita!
Mas não me posso queixar. A casa não tinha tinta nas madeiras, nem silicone por todo o lado, nem massa aqui e ali. Deixaram-na até muito bem!

Esta é a Wc que eu gosto mais:
Acho que ficou linda! (aqui ainda faltava o vidro do chuveiro)



Pronto... confesso... Não limpei tudo! Falta a cozinha!
Fica para a semana!

terça-feira, agosto 01, 2006

O que é que se há-de fazer?

Realmente gosto de cartas de amor! Com todas as palavras exdrúxulas! Hoje uma amiga mostrou-me uma sms de amor (é a versão moderna de amores confessados - eu prefiro a antiga). Sorri! É que era mesmo bonita - o que se pode dizer em 160 caracteres...


Todas as cartas de amor são Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)

Álvaro de Campos