quarta-feira, maio 29, 2019
terça-feira, maio 28, 2019
Cada profissão com o seu senão...
Há coisas que se entranham.
Com as quais não adianta lutar.
O "pôr-me no lugar do outro" na esmagadora maioria das situações, o perceber o outro ponto de vista, o procurar leituras alternativas e integradoras, o justificar as acções do outro com uma compreensão do contexto particular do indivíduo (com a sua história familiar, pessoal, afectiva, social)...
Com as quais não adianta lutar.
O "pôr-me no lugar do outro" na esmagadora maioria das situações, o perceber o outro ponto de vista, o procurar leituras alternativas e integradoras, o justificar as acções do outro com uma compreensão do contexto particular do indivíduo (com a sua história familiar, pessoal, afectiva, social)...
...às vezes não funciona a meu favor.
Mas é / sou assim!
Fazer o quê?
Fazer o quê?
Acho que aprendi a tirar proveito! (e para o bem comum!)
domingo, maio 26, 2019
sábado, maio 25, 2019
E o dia em que o paraíso vira um inferno é:
(que só acontece uma vez por ano! UFA!)
Lá se foi toda esta calma e serenidade.
Há gente com música, a rir e conversar, deste as 6h30 da manhã!
(e a confusão de estacionamento que para aí vai)
Ou seja...
...se eu adicionar som ao que vejo... julgar-se que estamos noutro planeta!
Joguem lá e ide para as vossas casas!
segunda-feira, maio 20, 2019
E assim aconteceu!
E aconteceu!
Aqui a Boop ofereceu os seus textos ao mundo sob a forma de livro!
o lançamento foi no passado sábado, rodeada de amigos e com uma apresentação tocante de um grande amigo - o David Rodrigues.
Textos meus
Ilustrações do LigeiramenteCanhoto (têm o blog dele aqui ao lado na minha lista de blogs)
o lançamento foi no passado sábado, rodeada de amigos e com uma apresentação tocante de um grande amigo - o David Rodrigues.
Textos meus
Ilustrações do LigeiramenteCanhoto (têm o blog dele aqui ao lado na minha lista de blogs)
Um momento feliz!
Se por acaso quiserem adquiri-lo é só seguir um dos links:
(ou esperar pela feira do livro)
(ou convencerem-me a fazer uma nova apresentação do livro! ahahahah - foi tão bom! :D )
(ou esperar pela feira do livro)
(ou convencerem-me a fazer uma nova apresentação do livro! ahahahah - foi tão bom! :D )
OBRIGADA A TODOS.
Vocês que foram os primeiros leitores das minhas histórias e que sempre me incentivaram a escrever! Sem vocês não existiria este livro!
Na Chiado Books (provavelmente onde terão uma resposta mais rápida)
Na Bertrand
Na Fnac
Na Wook
sexta-feira, maio 17, 2019
Dia das cruzinhas
Aproxima-se mais um dia de eleições, desta feita para o Parlamento Europeu, e foi hoje tornado público o boletim de voto.
Só quero dizer que:
Votar é um direito conquistado e um principio da democracia. E que por isso me faz alguma (muita mesmo) confusão que não se vá às urnas!
Já fui e votei em branco (nunca nulo), para assim dizer que não me revia em nenhuma das opções possíveis.
Respeito quem não vá votar... que remédio... também é um dos princípios da democracia...
Mas que não concordo... não concordo!
Já agora fica a informação:
"O modo de votação é diferente este ano: foi abolido o número de eleitor e agora é por ordem alfabética. O local de voto pode não ser o mesmo, e a secção também não será a mesma. No próprio dia deve ser difícil consultar as listas à procura do nome. Para cada um saber onde votar basta enviar um SMS para 3838 com a mensagem RE (espaço) número do CC ou BI (espaço) data de nascimento ( ano, mês e dia, tudo junto. Ex 19710827). A resposta é imediata."
Só quero dizer que:
Votar é um direito conquistado e um principio da democracia. E que por isso me faz alguma (muita mesmo) confusão que não se vá às urnas!
Já fui e votei em branco (nunca nulo), para assim dizer que não me revia em nenhuma das opções possíveis.
Respeito quem não vá votar... que remédio... também é um dos princípios da democracia...
Mas que não concordo... não concordo!
Já agora fica a informação:
"O modo de votação é diferente este ano: foi abolido o número de eleitor e agora é por ordem alfabética. O local de voto pode não ser o mesmo, e a secção também não será a mesma. No próprio dia deve ser difícil consultar as listas à procura do nome. Para cada um saber onde votar basta enviar um SMS para 3838 com a mensagem RE (espaço) número do CC ou BI (espaço) data de nascimento ( ano, mês e dia, tudo junto. Ex 19710827). A resposta é imediata."
quinta-feira, maio 16, 2019
Tesouro no fim do arco-íris
A propósito das passadeiras LGBTI
Não me chocam nada.
Mas entendo que os sinais de trânsito devem ser o mais claros e formatados possível para que a sua leitura seja inequívoca.
Que sejam a preto e branco então
Li algures este texto de Paulo Côrte-Real (que não conheço de todo) mas que aborda questões que me pareceram legítimas s pertinentes:
[O que há no fim do arco-íris?
Quem não é alvo de discriminação - e de uma discriminação que está associada a crimes de ódio - não sabe o que é viver com medo.
O meu país ainda me criminalizava em 1982 (eu é que ainda não sabia). Só fiquei subitamente curado pela OMS - da doença que não sabia que tinha - no início dos anos 90.
O peso do insulto esteve lá, todos os dias - na rua, em qualquer escola, em colunas de jornal, na política - e ficou sempre na cabeça (que sabe que ele está nas outras cabeças).
E não, não podia planear casar nem planear ser pai, porque quando se é um insulto não se é exatamente uma pessoa.
E não, não podia dar a mão ou um beijo na rua sem pensar três vezes e sem ter consciência dos riscos e da vontade de os ignorar. Ensinaram-me a viver com medo.
O arco-íris sempre foi o refúgio: o símbolo que marcava os locais seguros, onde o medo podia parar e onde eu podia descobrir - e começar a aprender - o que era a liberdade. É que a liberdade demora a aprender.
Aprendi-a no mesmo arco-íris que é símbolo da diversidade que sempre foi negada em leis, em instituições, em práticas, em imagens, em séries de televisão, em cabeças que não veem nem sentem para além do preto e branco.
E foi no arco-íris que aprendi a resistência, a identidade e a comunidade.
É por isso que ainda hoje estou sempre à procura de arco-íris - e estamos sempre à procura de arco-íris.
Uma passadeira arco-íris é só uma passadeira colorida para quem não percebe isto. Para mim - e para quem como eu procura sempre os arco-íris -, é saber cada vez mais que a rua também me pertence e que o medo não me deve pertencer.
É que o que há no fim do arco-íris é a liberdade.]
Não me chocam nada.
Mas entendo que os sinais de trânsito devem ser o mais claros e formatados possível para que a sua leitura seja inequívoca.
Que sejam a preto e branco então
Li algures este texto de Paulo Côrte-Real (que não conheço de todo) mas que aborda questões que me pareceram legítimas s pertinentes:
[O que há no fim do arco-íris?
Quem não é alvo de discriminação - e de uma discriminação que está associada a crimes de ódio - não sabe o que é viver com medo.
O meu país ainda me criminalizava em 1982 (eu é que ainda não sabia). Só fiquei subitamente curado pela OMS - da doença que não sabia que tinha - no início dos anos 90.
O peso do insulto esteve lá, todos os dias - na rua, em qualquer escola, em colunas de jornal, na política - e ficou sempre na cabeça (que sabe que ele está nas outras cabeças).
E não, não podia planear casar nem planear ser pai, porque quando se é um insulto não se é exatamente uma pessoa.
E não, não podia dar a mão ou um beijo na rua sem pensar três vezes e sem ter consciência dos riscos e da vontade de os ignorar. Ensinaram-me a viver com medo.
O arco-íris sempre foi o refúgio: o símbolo que marcava os locais seguros, onde o medo podia parar e onde eu podia descobrir - e começar a aprender - o que era a liberdade. É que a liberdade demora a aprender.
Aprendi-a no mesmo arco-íris que é símbolo da diversidade que sempre foi negada em leis, em instituições, em práticas, em imagens, em séries de televisão, em cabeças que não veem nem sentem para além do preto e branco.
E foi no arco-íris que aprendi a resistência, a identidade e a comunidade.
É por isso que ainda hoje estou sempre à procura de arco-íris - e estamos sempre à procura de arco-íris.
Uma passadeira arco-íris é só uma passadeira colorida para quem não percebe isto. Para mim - e para quem como eu procura sempre os arco-íris -, é saber cada vez mais que a rua também me pertence e que o medo não me deve pertencer.
É que o que há no fim do arco-íris é a liberdade.]
terça-feira, maio 14, 2019
Pura Vida!
A ausência prolongada tem uma explicação!
Estive num Congresso Ibero-americano de Psicodrama na Costa Rica.O congresso foi rico e divertido, com um ambiente muito bom que até agora só encontrei nos congressos de psicodrama.
Novidades, novidades, não há muitas, mas sempre se vem com umas ideias renovadas emprestadas pela fantástica multiculturalidade sul/centro americana. E apresentar a nossa forma de estar e trabalhar a colegas de culturas e proveniências tão variadas é sem dúvida uma mais valia para mim!
(De qualquer forma fica cada vez mais claro para mim que tenho mais afinidades com europeus do que com latino-americanos!)
Ups!
As fotos não são do congresso...
Fomos (9 pessoas) uma semana antes para uma road-trip pela Costa Rica.
Há muito tempo que não fazia férias sem a família.
Bem mais de 1000 Km feitos de carro.
E uns tantos Km nos pés caminhando com guias nas florestas LINDAS deste pequeno país. Fauna e Flora maravilhosas!
Só tivemos tempo para explorar parte da Costa do Pacífico (o que valeu o meu primeiro mergulho neste Oceano). Ficará a Costa Atlântica para uma próxima vez....
Pura vida! É o lema deste país. Serve de cumprimento em qualquer ocasião.
E se suportarem bem os 96% de humidade... Recomendo!
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