quarta-feira, agosto 31, 2016
quinta-feira, agosto 25, 2016
Leituras
A bertrand tem um livro/caderno de registo de leituras, que a menina/filha Boop me ofereceu pelo meu aniversário.
Trouxe-mo-lo de férias.
Nele estão já o registo de 22 livros. Lidos por diferentes pessoas aqui em casa neste mês de Agosto.
(Meus são 8!)
O último: "A vida no céu" de José Eduardo Agualusa
Uma história simlples, bonita, lida em dois tempos, que nos fala de sonho e esperança.
Na verdade não sei se já tinha lido alguma coisa dele... (?)
É acompanhada no início de cada capítulo por um glossario.
Igualmente poético.
"Sonhar: exercício que consiste em imaginar o impossível para depois o realizar. Como voar"
Que as vossas leituras deste verão vos permitam sonhar!
:)
Trouxe-mo-lo de férias.
Nele estão já o registo de 22 livros. Lidos por diferentes pessoas aqui em casa neste mês de Agosto.
(Meus são 8!)
O último: "A vida no céu" de José Eduardo Agualusa
Uma história simlples, bonita, lida em dois tempos, que nos fala de sonho e esperança.
Na verdade não sei se já tinha lido alguma coisa dele... (?)
É acompanhada no início de cada capítulo por um glossario.
Igualmente poético.
"Sonhar: exercício que consiste em imaginar o impossível para depois o realizar. Como voar"
Que as vossas leituras deste verão vos permitam sonhar!
:)
quarta-feira, agosto 17, 2016
Sonhos
Gosto de sonhos!
(Defeito profissional quem sabe!?)
Há sonhos que me marcam.
E falo dos sonhos sonhados mesmo! Não dos outros que temos bem acordados, esses serão outra coisa completamente distinta.
Falo dos conteúdos fantásticos que nos visitam durante o sono, ou que produzimos, que não me quero destesponsabilizar pelos meus sonhos! São MEUS, do princípio ao fim.
Há sonhos que partilho, às vezes para melhor os entender.
Quanto mais estranhos mais me fascinam.
Mesmo que sejam "sonhos maus", gosto de me pensar através deles.
Claro que também há sonhos impartilhaveis....
Ahahaha
O de hoje ainda me anda pela cabeça...
Será partilhavel?
:)
(Defeito profissional quem sabe!?)
Há sonhos que me marcam.
E falo dos sonhos sonhados mesmo! Não dos outros que temos bem acordados, esses serão outra coisa completamente distinta.
Falo dos conteúdos fantásticos que nos visitam durante o sono, ou que produzimos, que não me quero destesponsabilizar pelos meus sonhos! São MEUS, do princípio ao fim.
Há sonhos que partilho, às vezes para melhor os entender.
Quanto mais estranhos mais me fascinam.
Mesmo que sejam "sonhos maus", gosto de me pensar através deles.
Claro que também há sonhos impartilhaveis....
Ahahaha
O de hoje ainda me anda pela cabeça...
Será partilhavel?
:)
quinta-feira, agosto 11, 2016
Fogo
Há coisas para as quais não tenho palavras.
Ou se calhar fujo delas, como que a fugir da angústia que obrigatoriamente me assalta ao nomear o horror.
Diz o Marcelo Rebelo de Sousa que temos de pensar o ordenamento do território.
Pois teremos! Isso e muito mais.
Não sei dizer mais nada.
Ou se calhar fujo delas, como que a fugir da angústia que obrigatoriamente me assalta ao nomear o horror.
Diz o Marcelo Rebelo de Sousa que temos de pensar o ordenamento do território.
Pois teremos! Isso e muito mais.
Não sei dizer mais nada.
sexta-feira, agosto 05, 2016
mulheres de cinza
O Verão traz consigo tempo.
Para mim tempo para ler.
Li recentemente "Mulheres de Cinza" do Mia Couto.
E deixou-me uma impressão. Uma qualquer marca indelevel, não muito visível mas que permanece.
Algo infantil, ingénuo, talvez.
Mas deixou-me a pensar nas vidas que não se cumprem por causa da guerra.
Em como também eu, leitora/testemunha de vidas e amores me vejo impotente perante as mudanças radicais na vida dos protagonistas. Ao ler queremos que a história siga outro caminho, que a vida não se interrompa, que o horror não se intrometa no curso das histórias.
E a realidade é fria, não se compadece...
E a máquina avança sem pedir licença ou sequer fazer-se avisar.
Ao ler "Mulheres de Cinza" sinto que consigo tocar, muito ao de leve, uma realidade que me é totalmente alheia.
E não consigo (nem quero) evitar que pedaços desta história permaneçam em mim.
E que através da magia do Mia Couto me tenha sido apresentado um outro olhar sobre a guerra, sobre África e os africanos, e sobre as histórias.
Para mim tempo para ler.
Li recentemente "Mulheres de Cinza" do Mia Couto.
E deixou-me uma impressão. Uma qualquer marca indelevel, não muito visível mas que permanece.
Algo infantil, ingénuo, talvez.
Mas deixou-me a pensar nas vidas que não se cumprem por causa da guerra.
Em como também eu, leitora/testemunha de vidas e amores me vejo impotente perante as mudanças radicais na vida dos protagonistas. Ao ler queremos que a história siga outro caminho, que a vida não se interrompa, que o horror não se intrometa no curso das histórias.
E a realidade é fria, não se compadece...
E a máquina avança sem pedir licença ou sequer fazer-se avisar.
Ao ler "Mulheres de Cinza" sinto que consigo tocar, muito ao de leve, uma realidade que me é totalmente alheia.
E não consigo (nem quero) evitar que pedaços desta história permaneçam em mim.
E que através da magia do Mia Couto me tenha sido apresentado um outro olhar sobre a guerra, sobre África e os africanos, e sobre as histórias.
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