segunda-feira, dezembro 28, 2009

Plantei uma árvore!


Não foi uma, foram várias!
Este ano como prenda de Natal para alguns amigos plantei uma árvore no Parque Natural de Sintra-Cascais. Estão lá todas, de mim para eles, hão-de crescer e tornar-se árvores vistosas, frondosas, com as raízes bem fundas! Marcas de amizades que quero alimentar por muito tempo!
A iniciativa partiu da "Cascais Natura" - porque é sempre tempo de apostar na reflorestação!
E tu? Não queres oferecer uma árvore a ninguém?

8 comentários:

Lídia disse...

Obrigada! Sim... vou oferecer árvores. É um mimo.

Fatyly disse...

Uma iniciativa fabulosa e irei oferecer uma mas para o mês que vem:)

Mana disse...

OBRIGADA!!!

SONHADOR disse...

só é pena não haver essas iniciativas para a minha zona, infelizmente.

beijos.

Saltapocinhas disse...

Também já plantei bastantes, mas nunca num local público (só na escola)

E olha lá, não há receitas das prendas dos amigos?

mfc disse...

Olha que me deste uma grande ideia!
Vou aproveitá-la.

Haddock disse...

espero que não tenham sido eucaliptos!! para mim pode ser uma magnólia, mna. boop.

as velas ardem ate ao fim disse...

Lembra te:

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)


Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.


Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
[Carlos Drummond de Andrade]

Bjos Bom Ano!