- Qual o teu instrumento musical favorito?
- A pele.
segunda-feira, janeiro 30, 2017
quarta-feira, janeiro 25, 2017
Bruce Springsteen - You Never Can Tell
E ao vivo se fazem coisas fantásticas.
Sem medos!
Procura-se o tom certo, e avança-se!
Na adolescência, tinha um amigo que era aficionado pelo Bruce.
O Paulo.
Hoje em dia são poucas as vezes que o vejo.
Há alguns anos ainda me surpreendi uma vez ou outra por ainda termos uma conversa tão fácil e interessante.
Mas os anos vão passando. E cada vez o tenho visto menos.
Mas tenho a certeza que ainda gosta MUITO de Bruce Springsteen!
Por isso... este post é para ele!
:)
domingo, janeiro 22, 2017
Quando nasce
Lembras-te da sensação primeira quando foste pai/mae?
Não! Não falo do misto mais ou menos (in)definido de planos, desejos, fantasias, alegrias, sustos, que acompanham todo o processo de uma gravidez.
Nem do prazer e orgulho com que se apresenta um filho ao mundo.
Nem do achares o teu filho a mais perfeita das criaturas.
Falo daqueles momentos incomunicáveis.
De qualquer coisa que te esmaga. De um sentimento desconhecido até então do "para sempre".
Do sentires-te responsável - real e incontornavelmente responsável.
É frágil, dependente, insuportavelmente frágil.
E teu!
De algo que não cabe dentro de ti. Que te transborda desconcertadamente em choro ou riso.
E com o dia-a-dia, num processo lento de aprendizagem e encantamento, te vais descobrindo capaz. E encontras espaço para este amor tão grande que quase doi.
E descobres... que afinal metade das pessoas à tua volta foi capaz.
E tu? Tu serás tão ou mais capaz do que eles.
E saberás conter a angústia dos momentos frágeis, do não saber, do não ter a certeza.
A vida mudou para sempre.
Nem do prazer e orgulho com que se apresenta um filho ao mundo.
Nem do achares o teu filho a mais perfeita das criaturas.
Falo daqueles momentos incomunicáveis.
De qualquer coisa que te esmaga. De um sentimento desconhecido até então do "para sempre".
Do sentires-te responsável - real e incontornavelmente responsável.
É frágil, dependente, insuportavelmente frágil.
E teu!
De algo que não cabe dentro de ti. Que te transborda desconcertadamente em choro ou riso.
E com o dia-a-dia, num processo lento de aprendizagem e encantamento, te vais descobrindo capaz. E encontras espaço para este amor tão grande que quase doi.
E descobres... que afinal metade das pessoas à tua volta foi capaz.
E tu? Tu serás tão ou mais capaz do que eles.
E saberás conter a angústia dos momentos frágeis, do não saber, do não ter a certeza.
A vida mudou para sempre.
![]() |
| Foto tirada hoje no Palácio da Ajuda pelo meu mais novo, agora com 8 anos. |
terça-feira, janeiro 17, 2017
É isso e couves!
Ainda a propósito das couves:
Às vezes penso que sou mesmo uma menina de cidade, algo pedante e afastada da dureza da vida.
Não tenho história familiar próxima de viver do que a terra dá.
Não sei o que é "comer o que há"
Sempre tive árvores de fruto, e uma horta (assim pequenita) com espinafres e umas cebolas. Sei o que é apanhar um fruto da árvore e comer. Ou ir apanhar um limão ou uma laranja para fazer um sumo, louro para um assado, Lúcia-lima para um chá, espinafres para a sopa, ...
Mas faz-me confusão ter de comer porque "é o que temos agora, até porque depois vai estragar-se!"
(Eu avisei-vos que tinha o seu quê de pedante este post!)
As couves.... Foram apanhadas, e por isso tinham de se comer!
Não as apanhei eu.
Não as pedi.
Não as quis.
E no entanto ali estavam e havia que as usar. "Quer queira, quer não"!
Sinto-me aprisionada (nos meus desejos e na minha criatividade) quando me impõem batatas, cebolas... ou couves!
Pronto... sou uma menina da cidade!
PS - a feijoada ficou deliciosa! 7 à mesa! Boa comida, bons amigos e bom tinto! Horas tão bem passadas que nem me ocorreu fotografar a panela para partilhar as ditas couves cozinhadas! 😉
Às vezes penso que sou mesmo uma menina de cidade, algo pedante e afastada da dureza da vida.
Não tenho história familiar próxima de viver do que a terra dá.
Não sei o que é "comer o que há"
Sempre tive árvores de fruto, e uma horta (assim pequenita) com espinafres e umas cebolas. Sei o que é apanhar um fruto da árvore e comer. Ou ir apanhar um limão ou uma laranja para fazer um sumo, louro para um assado, Lúcia-lima para um chá, espinafres para a sopa, ...
Mas faz-me confusão ter de comer porque "é o que temos agora, até porque depois vai estragar-se!"
(Eu avisei-vos que tinha o seu quê de pedante este post!)
As couves.... Foram apanhadas, e por isso tinham de se comer!
Não as apanhei eu.
Não as pedi.
Não as quis.
E no entanto ali estavam e havia que as usar. "Quer queira, quer não"!
Sinto-me aprisionada (nos meus desejos e na minha criatividade) quando me impõem batatas, cebolas... ou couves!
Pronto... sou uma menina da cidade!
PS - a feijoada ficou deliciosa! 7 à mesa! Boa comida, bons amigos e bom tinto! Horas tão bem passadas que nem me ocorreu fotografar a panela para partilhar as ditas couves cozinhadas! 😉
sábado, janeiro 14, 2017
quarta-feira, janeiro 11, 2017
quinta-feira, janeiro 05, 2017
Numa cidade
Agasalhar o pessoal
Acabei de entregar uns casacos para a "campanha de agasalhos para a noite de Reis".
Uma iniciativa da junta de freguesia das avenidas novas, aqui em Lisboa.
Fui a um dos pontos de entrega identificados - uma loja da Remax.
Para além do meu saco, com casacos meus e da minha excelsa irmã, havia mais uma dúzia deles.
Quem me recebeu vestia irrepreensivelmente. Um jovem dos seus 30 e muitos, com um sobretudo de marca de algumas centenas de euros, e umas senhoras de cabelos cuidados (e pintados de loiro como convém), que abriram um sorriso aberto, me olharam nos olhos e desejaram boas festas.
Ficou-me um sentimento ambivalente.
E suscitou o velho tema de quem ganha mais quando se faz caridade. Economicamente, narcisicamente, socialmente...
Mas seja!
Agasalhos entregues! E espero que por isso alguém durma mais quente esta noite!
Mais informações AQUI
Uma iniciativa da junta de freguesia das avenidas novas, aqui em Lisboa.
Fui a um dos pontos de entrega identificados - uma loja da Remax.
Para além do meu saco, com casacos meus e da minha excelsa irmã, havia mais uma dúzia deles.
Quem me recebeu vestia irrepreensivelmente. Um jovem dos seus 30 e muitos, com um sobretudo de marca de algumas centenas de euros, e umas senhoras de cabelos cuidados (e pintados de loiro como convém), que abriram um sorriso aberto, me olharam nos olhos e desejaram boas festas.
Ficou-me um sentimento ambivalente.
E suscitou o velho tema de quem ganha mais quando se faz caridade. Economicamente, narcisicamente, socialmente...
Mas seja!
Agasalhos entregues! E espero que por isso alguém durma mais quente esta noite!
Mais informações AQUI
Subscrever:
Comentários (Atom)


